Agenda do escritório

Você ainda usa o Excel
para controlar audiências?

A planilha de audiências é um clássico da advocacia — e ela até funciona. Funciona até o dia em que a testemunha não aparece porque ninguém avisou, o cliente chega na vara errada, ou duas audiências caem na mesma hora em comarcas diferentes. A planilha registra. O problema é que ela não age.

O limite da planilha

O que o Excel faz — e tudo o que ele não faz

Sejamos justos: a planilha resolve o registro. Data, hora, vara, processo, tipo de audiência — está tudo lá. O que ela não resolve é todo o trabalho que existe entre o registro e a audiência acontecer bem:

Não avisa ninguém. Cliente e testemunhas dependem de alguém do escritório lembrar de ligar ou mandar mensagem — a cada audiência, nos momentos certos.

Não vive no seu bolso. A planilha está no computador do escritório; a audiência de amanhã precisa estar no celular, com alerta.

Não conversa com os processos. Remarcou? Alguém precisa lembrar de atualizar a linha. Intimação nova de audiência chegou pelo DJEN? Alguém precisa vê-la e digitá-la.

Não enxerga conflito. Duas audiências no mesmo horário em comarcas diferentes só aparecem quando alguém compara as linhas — geralmente tarde demais para substabelecer com calma.

E o custo do furo é alto: testemunha ausente pode significar audiência adiada (meses perdidos) ou prova que não se produz. Cliente não avisado é confiança quebrada — e, em audiências com pena de confissão, é caso perdido por logística.

O padrão completo

O que um controle de audiências de verdade precisa ter

Audiência vinculada ao processo e ao cliente. A audiência não é uma linha solta: ela pertence a um processo, que pertence a um cliente. Com o vínculo, abrir a audiência mostra o contexto inteiro — e abrir o cliente mostra as audiências dele.

Testemunhas por audiência, com contatos. Quem são, telefone de cada uma, quem já confirmou. A testemunha é o item mais esquecido da preparação — e o mais caro quando falha.

Lembretes automáticos por WhatsApp e e-mail. O aviso na marcação, a confirmação uma semana antes e o lembrete na véspera — disparados pelo sistema, para cliente e testemunhas, sem depender da memória de ninguém. É a diferença entre "registrar" e "agir".

Calendário do escritório inteiro. A visão do mês com as audiências de todos os advogados expõe conflitos de agenda com antecedência — tempo de substabelecer ou pedir redesignação sem sufoco.

Sincronização com o Google Agenda. O compromisso aparece no celular, com o alerta nativo, junto dos demais compromissos da vida — porque é lá que o advogado olha de manhã.

Bônus que fecha o ciclo: como a intimação de designação de audiência chega pelo DJEN (veja o guia da contagem de prazos), um sistema que monitora o DJEN captura a audiência nova na origem — em vez de esperar alguém ler o diário e digitar na planilha.

Migração sem trauma

Saindo do Excel em uma tarde

A boa notícia pra quem tem a planilha: ela é o mapa da migração. O caminho prático é importar os processos pela OAB (como fazer isso está aqui), cadastrar as audiências futuras da planilha nos respectivos processos, conferir contra o calendário — e aposentar o Excel com honras. A partir daí, as audiências novas entram pelo fluxo automático, e a planilha vira o que sempre deveria ter sido: um backup histórico.

No AdvTop, a audiência avisa todo mundo sozinha

Audiências vinculadas a processos e clientes, testemunhas com contatos e confirmação, mensagens automáticas por WhatsApp e e-mail, calendário do escritório e integração com o Google Agenda. Sua planilha se aposenta; sua testemunha comparece. Feito por advogado, para advogados.

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